O vício e as compulsões provocam um tipo especial de prazer que traz uma melhora do estado emocional
Sim tem aumentado por Conta do prazer imediato. Há a necessidade de sentir cada vez mais prazer, não ter frustração
A sensação de controle e de tudo o que eu quero eu posso
A falta de limites impostos pelos pais desde criança.
Vício são comportamentos que tornamos habituais com prejuízo a longo prazo. A obsessão e a compulsão são tendências excessivas para ficarmos num aspecto concreto, a obsessão restringe ao pensamento,, a compulsão se dá através de ações
No vício não ficamos no comportamento mas nas situações que nos afetam e na obtenção de satisfação e prazer.
Na compulsão nos concentramos no comportamento, nas ações.
Muitas pessoas podem começar por ter um vício e acabam por desenvolver uma compulsão. TOC - transtorno obsessivo compulsivo
Consultório de Psicologia Atendimento adolescente, jovem, casal e família. Sexualidade, Homossexualidade Síndrome do Pânico, Fobia, Ansiedade, Depressão
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Busca-se muito mais segurança que prazer no casamento ou numa relação estável? Muitas pessoas se conformam com a falta de emoção e prazer. E tentam não pensar nisso.
Frases como: “quem ama só sente desejo pela pessoa amada” ou “sentir tesão por outra pessoa é porque a relação vai mal”, não corresponde a realidade.
É difícil uma relação amorosa qdo não se pode expressar raiva ou tristeza, qdo se tem q ficar sempre atento, sem poder relaxar. O q vc acha?
Frases como: “quem ama só sente desejo pela pessoa amada” ou “sentir tesão por outra pessoa é porque a relação vai mal”, não corresponde a realidade.
É difícil uma relação amorosa qdo não se pode expressar raiva ou tristeza, qdo se tem q ficar sempre atento, sem poder relaxar. O q vc acha?
O ciúme é uma emoção tão complexa porque os problemas correspondentes envolvem muitos componentes distintos. A principal conclusão é que o ciúmes só é uma emoção negativa porque causa dor psicológica.
O ciúme é geralmente desencadeado por circunstâncias que assinalam uma verdadeira ameaça para a relação.
Emoções que sentimos quando estamos com ciúme: dor, angustia, autocensura, opressão, ansiedade, perda, tristeza, apreensão, raiva, humilhação, vergonha, agitação, excitação sexual, medo e depressão.
Você sente ciume? Sofre com isso?
O ciúme é geralmente desencadeado por circunstâncias que assinalam uma verdadeira ameaça para a relação.
Emoções que sentimos quando estamos com ciúme: dor, angustia, autocensura, opressão, ansiedade, perda, tristeza, apreensão, raiva, humilhação, vergonha, agitação, excitação sexual, medo e depressão.
Você sente ciume? Sofre com isso?
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Ausência de orgasmo é muito frequente. Estatísticas americanas > 75% das mulheres apresentam algum tipo de dificuldade em alcançar o orgasmo.
Saiba mais sobre isso.
Anorgasmia feminina, ou a dificuldade de obtenção do orgasmo, é uma das maiores queixas. Ocorre quando existe uma ausência persistente ou recorrente de orgasmo durante a relação sexual ou masturbação.
Considera-se anorgasmia quando a mulher sente desejo e excitação mas não consegue atingir o pico. Esse problema pode afetar não só a sua vida amorosa como também a pessoal.
Os principais fatores causadores são psicológicos.
Sabia que a anorgasmia feminina tem tratamento?
Saiba mais sobre isso.
Anorgasmia feminina, ou a dificuldade de obtenção do orgasmo, é uma das maiores queixas. Ocorre quando existe uma ausência persistente ou recorrente de orgasmo durante a relação sexual ou masturbação.
Considera-se anorgasmia quando a mulher sente desejo e excitação mas não consegue atingir o pico. Esse problema pode afetar não só a sua vida amorosa como também a pessoal.
Os principais fatores causadores são psicológicos.
Sabia que a anorgasmia feminina tem tratamento?
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
O que é Terapia de Casal? Realmente funciona?
Psicoterapia para Casais
(*) Katia Horpaczky
É um mito o pensamento de que um casal poderá superar seus conflitos sem intervenção de alguém; e é trágico quando negam sistematicamente qualquer tipo de ajuda. Muitas vezes, o casal teme a terapia achando que acontecerá uma "lavagem de roupa suja". A terapia não só pode conduzir a uma mudança de conduta, mas também levar à uma nova fase de redescoberta do prazer de estar com o outro; é o teste quase que definitivo sobre a indecisão ou certeza dos sentimentos perante o parceiro, sejam positivos ou negativos.No final é a consciência do que ambos podem ou não conseguir dividir. Apenas deve se ter cautela para que a terapia não seja a desculpa para acabar com o casamento; já que talvez um dos dois parceiros tenha essa certeza e não queira carregar o ônus da ação, transferindo para o terapeuta a responsabilidade.
Após o casamento é muito comum ouvir os casais reclamarem por não serem compreendidos. Geralmente o que se escuta é: Ele não me entende. Ela não me entende. O que pode estar havendo nesses casos é uma falta de comunicação, ou uma comunicação incorreta, que acaba gerando idéias e pensamentos que não condizem com a realidade.
O mais indicado é uma comunicação clara. Cada um deve expor o que esta sentindo, se esta com raiva, medo, insegurança, nervosismo, ansiedade, em fim, buscar demonstrar o que realmente esta passando em seu interior. Aqui a Psicoterapia estaria sendo utilizada para que ambas as partes pudessem aprender sobre seus sentimentos e formas para expressá-los.
Em outros casos, pode parecer que o casamento esfriou.
Quando recém casados, ainda mantinham um tempo para os dois, mesmo depois de longas horas de trabalho cansativo. E agora, somente se encontram para dormir e recarregar as energias para o dia seguinte. Alguns casais não compreendendo o que esta havendo partem para a agressão física ou verbal, obtendo mais sofrimento do que uma vida a dois prazerosa e feliz.
Partindo do principio de que tudo é aprendido, o processo de Psicoterapia vem exatamente criar novas possibilidades. Ressignificando o passado e oferecendo ao casal novos pensamentos, ampliando a visão de si próprio, assim como o contato e convívio com outros.
Buscando entender o que esta havendo com cada um dos dois, como estão se sentindo, o que acham que precisa mudar e como se vêem na relação, a Psicoterapia procura respostas e clareia o caminho para um entendimento de si próprio e do outro.
Dúvidas?? Orientação Mensagens InBox
(*) Katia Horpaczky
Psicóloga Clinica, Psicoterapeuta Sexual, Família e Casal.
Psicoterapia para Casais
(*) Katia Horpaczky
É um mito o pensamento de que um casal poderá superar seus conflitos sem intervenção de alguém; e é trágico quando negam sistematicamente qualquer tipo de ajuda. Muitas vezes, o casal teme a terapia achando que acontecerá uma "lavagem de roupa suja". A terapia não só pode conduzir a uma mudança de conduta, mas também levar à uma nova fase de redescoberta do prazer de estar com o outro; é o teste quase que definitivo sobre a indecisão ou certeza dos sentimentos perante o parceiro, sejam positivos ou negativos.No final é a consciência do que ambos podem ou não conseguir dividir. Apenas deve se ter cautela para que a terapia não seja a desculpa para acabar com o casamento; já que talvez um dos dois parceiros tenha essa certeza e não queira carregar o ônus da ação, transferindo para o terapeuta a responsabilidade.
Após o casamento é muito comum ouvir os casais reclamarem por não serem compreendidos. Geralmente o que se escuta é: Ele não me entende. Ela não me entende. O que pode estar havendo nesses casos é uma falta de comunicação, ou uma comunicação incorreta, que acaba gerando idéias e pensamentos que não condizem com a realidade.
O mais indicado é uma comunicação clara. Cada um deve expor o que esta sentindo, se esta com raiva, medo, insegurança, nervosismo, ansiedade, em fim, buscar demonstrar o que realmente esta passando em seu interior. Aqui a Psicoterapia estaria sendo utilizada para que ambas as partes pudessem aprender sobre seus sentimentos e formas para expressá-los.
Em outros casos, pode parecer que o casamento esfriou.
Quando recém casados, ainda mantinham um tempo para os dois, mesmo depois de longas horas de trabalho cansativo. E agora, somente se encontram para dormir e recarregar as energias para o dia seguinte. Alguns casais não compreendendo o que esta havendo partem para a agressão física ou verbal, obtendo mais sofrimento do que uma vida a dois prazerosa e feliz.
Partindo do principio de que tudo é aprendido, o processo de Psicoterapia vem exatamente criar novas possibilidades. Ressignificando o passado e oferecendo ao casal novos pensamentos, ampliando a visão de si próprio, assim como o contato e convívio com outros.
Buscando entender o que esta havendo com cada um dos dois, como estão se sentindo, o que acham que precisa mudar e como se vêem na relação, a Psicoterapia procura respostas e clareia o caminho para um entendimento de si próprio e do outro.
Dúvidas?? Orientação Mensagens InBox
(*) Katia Horpaczky
Psicóloga Clinica, Psicoterapeuta Sexual, Família e Casal.
terça-feira, 10 de outubro de 2017
Especial Dia das Crianças
Autoestima Infantil
Katia Horpaczky *
Onde tudo começa...
A opinião que a criança tem de si mesma está intimamente relacionada à sua capacidade para aprendizado e rendimento. A criança desenvolve muito cedo o autoconceito baseado na relação com os outros.
Os afetos são muito parecidos com o espelho. Quando demonstramos afetividade por alguém, essa pessoa torna-se nosso espelho e nós, o dela. Refletindo um no sentimento do outro, desenvolvemos o forte vínculo do amor -sentimento da essência humana.
Os pais atuam como espelhos que devolvem determinadas imagens ao filho. É através dessa interação afetiva que desenvolvemos todos os nossos sentimentos de forma positiva ou negativa. E, assim, a criança começa a construir sua autoimagem.
Quando os pais sempre opinam a partir de uma perspectiva negativa para os filhos, sempre taxados de inúteis e incapazes ou usam de zombarias e ironias, irão formar na criança uma imagem pequena de seu valor. E, se com os amigos, na rua e na escola as mesmas relações se repetirem, teremos um adulto com possível problema de baixa autoestima e dificuldades para se auto avaliar.
Quando a criança começa a perceber que tem êxito no que faz e se sente encorajada pelos pais, passa a confiar em suas capacidades e em seus recursos internos. Quanto mais ela acreditar que PODE FAZER, mais conseguirá, mais irá ousar e aprender a enfrentar e superar seus medos.
Se eles admitirem seus erros ou fracassos, a criança aprenderá, logo, que os pais não são perfeitos. Como? Que tal um "desculpa” ou “não devia ter gritado”.
Como desenvolver a autoestima na criança?
Para auxiliar a criança a criar bons sentimentos é importante elogiá-la e incentivá-la quando ela procurar fazer alguma coisa. Dessa maneira, ela perceberá que tem direito de se sentir importante, de aprender, de conseguir e que sua família a ama, apoia e respeita.
Um aspecto muito importante está em adequar as tarefas que cabem a cada idade, permitindo à criança a chance de tentar. Colocar o suco no copo (ainda que derrame), a roupa (mesmo do avesso), a jogar objetos no lixo, guardar os brinquedos, as peças do jogo, ajudar na arrumação dos seus livros, material escolar, etc.
Solicite a ajuda da criança, compartilhe pequenos afazeres e elogie sempre que ela acertar. Ensine tanto quanto for necessário, com muita paciência e tolerância.
Lembre-se de estabelecer metas realistas e adequadas à idade de seu filho. Permita que ele se desenvolva sem superprotegê-lo ou pressioná-lo e, muito menos, compará-lo a outras crianças -o erro mais frequente contra os filhos. Desta forma, a criança terá a oportunidade de formar um conceito positivo de si mesma.
Incentive-a quando ela sentir que não tem condições de realizar algo ou mesmo estiver com medo de fracassar. Talvez ela só precise ouvir de você: "Claro que você pode. Vamos, vou te ajudar."
Com uma autoestima rebaixada a criança enfrentará, de forma despreparada, seus aspectos mais desfavoráveis e eventuais manifestações externas.
A criança com autoestima adequada terá mais facilidade em fazer amigos, ter senso de humor, participar de atividades em grupos e uma maior socialização. Também saberá lidar melhor com os erros, ao mesmo tempo que tenderá a ser mais feliz, confiante, alegre e afetiva.
Os pais devem demonstrar coerência entre o que sentem e fazem com o que ensinam ao filho. Exemplo, este é o segredo para um bom começo de vida.
Kátia Horpaczky
Psicóloga Clinica, Psicoterapeuta Sexual, Família e Casal
Autoestima Infantil
Katia Horpaczky *
Onde tudo começa...
A opinião que a criança tem de si mesma está intimamente relacionada à sua capacidade para aprendizado e rendimento. A criança desenvolve muito cedo o autoconceito baseado na relação com os outros.
Os afetos são muito parecidos com o espelho. Quando demonstramos afetividade por alguém, essa pessoa torna-se nosso espelho e nós, o dela. Refletindo um no sentimento do outro, desenvolvemos o forte vínculo do amor -sentimento da essência humana.
Os pais atuam como espelhos que devolvem determinadas imagens ao filho. É através dessa interação afetiva que desenvolvemos todos os nossos sentimentos de forma positiva ou negativa. E, assim, a criança começa a construir sua autoimagem.
Quando os pais sempre opinam a partir de uma perspectiva negativa para os filhos, sempre taxados de inúteis e incapazes ou usam de zombarias e ironias, irão formar na criança uma imagem pequena de seu valor. E, se com os amigos, na rua e na escola as mesmas relações se repetirem, teremos um adulto com possível problema de baixa autoestima e dificuldades para se auto avaliar.
Quando a criança começa a perceber que tem êxito no que faz e se sente encorajada pelos pais, passa a confiar em suas capacidades e em seus recursos internos. Quanto mais ela acreditar que PODE FAZER, mais conseguirá, mais irá ousar e aprender a enfrentar e superar seus medos.
Se eles admitirem seus erros ou fracassos, a criança aprenderá, logo, que os pais não são perfeitos. Como? Que tal um "desculpa” ou “não devia ter gritado”.
Como desenvolver a autoestima na criança?
Para auxiliar a criança a criar bons sentimentos é importante elogiá-la e incentivá-la quando ela procurar fazer alguma coisa. Dessa maneira, ela perceberá que tem direito de se sentir importante, de aprender, de conseguir e que sua família a ama, apoia e respeita.
Um aspecto muito importante está em adequar as tarefas que cabem a cada idade, permitindo à criança a chance de tentar. Colocar o suco no copo (ainda que derrame), a roupa (mesmo do avesso), a jogar objetos no lixo, guardar os brinquedos, as peças do jogo, ajudar na arrumação dos seus livros, material escolar, etc.
Solicite a ajuda da criança, compartilhe pequenos afazeres e elogie sempre que ela acertar. Ensine tanto quanto for necessário, com muita paciência e tolerância.
Lembre-se de estabelecer metas realistas e adequadas à idade de seu filho. Permita que ele se desenvolva sem superprotegê-lo ou pressioná-lo e, muito menos, compará-lo a outras crianças -o erro mais frequente contra os filhos. Desta forma, a criança terá a oportunidade de formar um conceito positivo de si mesma.
Incentive-a quando ela sentir que não tem condições de realizar algo ou mesmo estiver com medo de fracassar. Talvez ela só precise ouvir de você: "Claro que você pode. Vamos, vou te ajudar."
Com uma autoestima rebaixada a criança enfrentará, de forma despreparada, seus aspectos mais desfavoráveis e eventuais manifestações externas.
A criança com autoestima adequada terá mais facilidade em fazer amigos, ter senso de humor, participar de atividades em grupos e uma maior socialização. Também saberá lidar melhor com os erros, ao mesmo tempo que tenderá a ser mais feliz, confiante, alegre e afetiva.
Os pais devem demonstrar coerência entre o que sentem e fazem com o que ensinam ao filho. Exemplo, este é o segredo para um bom começo de vida.
Kátia Horpaczky
Psicóloga Clinica, Psicoterapeuta Sexual, Família e Casal
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