terça-feira, 9 de setembro de 2014

18 verdades cruéis sobre os relacionamentos de hoje em dia!

1. A pessoa que se importa menos tem mais poder. Ninguém quer ser a pessoa mais interessada do relacionamento.
2. Só porque a gente quer mostrar quão blasé ou não-tão-interessados nós estamos na outra pessoa, pequenos jogos psicológicos como “Levar Intencionalmente Horas ou Dias Pra Responder Mensagens de Volta” podem acontecer. E eles não são nada divertidos.
3. Alguém que não se preocupa em estar sempre por perto porque não tem realmente nenhum interesse em você se parece exatamente com alguém que não se preocupa em estar sempre por perto porque te acha fantástico e quer parecer menos grudento. Boa sorte em descobrir com qual dos dois tipos você está lidando.
4. Fazer ligações é uma arte que está morrendo. Seu relacionamento pode acontecer, na maioria das vezes via whatsapp ou SMS, ou seja, meios de comunicação mais impessoais de interação. Se acostume com isso.
5. Combinar algo certo é complicado. As pessoas têm opções e convites expressos dos seus amigos (ou de outros interesses românticos) muito mais rápido graças às redes sociais. Se você não for a maior prioridade da pessoa, seus convites podem receber uma série de “vamos ver” ou “vou tentar”, além dos cancelamentos em cima da hora.
6. Alguém que machucou você não vai ter necessariamente o retorno que merece. Pelo menos não imediatamente. Eu sei que não é justo, mas às vezes as pessoas que traem e que são idiotas conseguem ir pra outras relações onde tudo corre bem enquanto a gente fica na merda.
7. Suas atitudes podem parecer românticas ou assustadoras. Isso depende do quanto a outra pessoa te acha atraente.
8. “Vamos nos ver” ou “quer sair?” são frases vagas que geralmente significam uma coisa: “quero fazer sexo com você”. Mesmo que você odeie essas frases, elas são o modo normal que as pessoas encontram de convidar as outras pra sair e passar um tempo juntas.
9. Algumas pessoas só querem transar e se você está interessado nelas para além do sexo, elas não vão te dizer que eles não são a pessoa certa pra você agora. Pelo menos, não até terem levado você pra cama. Enquanto a decência humana é uma benção, a honestidade nem sempre é obrigatória.
10. A mensagem que você mandou chegou. Se eles não responderam, não foi por causa de algum telefone defeituoso ou problema com a operadora.
11. Existe muita gente que tem medo de compromisso. Eles vão sempre se manter em relacionamentos abertos que são confusos e só funcionam até que eles se acabem. Se você se incomoda em deixar o outro fazer o que bem entender, bem, talvez esse tipo de relacionamento não seja pra você. Afinal de contas, vocês “não têm nada”.
12. Redes sociais criaram novas tentações e métodos de traição. As mensagens privadas e novos artifícios para flertar (tipo curtir as fotos do Facebook) não chegam a ser incentivos, mas facilitam ainda mais que isso aconteça.
13. As redes sociais podem também criar a ilusão de que uma pessoa tem mais opções, o que faz com que as pessoas olhem pro Facebook como um grande menu de gente atraente com as quais elas podem se relacionar um dia.
14. Você não deve conhecer bem alguém antes de entrar num relacionamento com a pessoa. Geralmente, as pessoas têm medo de se deixarem ser vistas ou de demonstrar sentimentos por medo de parecerem muito disponíveis, ou ansiosas, ou assustadoras por pura insegurança.
15. Qualquer pessoa com quem você se relacione pode ser alguém com quem você vai passar o resto da sua vida ou pode ser alguém que vai terminar com você e dilacerar o seu coração amanhã. Ambas as prerrogativas são assustadoras.
16. Num relacionamento (ou na fase de conhecer você), ao invés de te dizer o que sente, é mais provável que a pessoa vá postar algo no Facebook ou no Twitter e, mesmo que não mencione seu nome, é uma daquelas indiretas certeiras pra você.
17. Existe um bando de gente que vai ter zero de respeito pelo seu relacionamento e se eles quiserem a pessoa que está com você, eles não terão pudores. Nessas horas o Bro Code e o Girls Code vão pro lixo e é melhor você manter um olho aberto em “inofensivos comentários online”. Só não vire um psicopata neurótico com isso também.
18. Se você levar um fora, isso pode ser bem mais brutal. As pessoas podem querer terminar de modos mais práticos – por texto ou whatsapp – e não vão se dar o trabalho de ligar ou conversar pessoalmente porque é desconfortável. Basta mandar umas duas frases e voilá, relacionamento acabou.
Adaptado do Thought Catalog.


sábado, 6 de setembro de 2014

Quando o assunto é sexo — cujo dia é comemorado hoje, na sugestiva data de 6/9 —, todo homem se gaba como um especialista em satisfazer a mulherada. Contudo, um novo estudo realizado na França mostrou que eles ainda têm muito a aprender. Até mesmo o básico, como apontar corretamente onde fica o clitóris, pode ser uma tarefa complicada para parte da ala masculina, indicou o levantamento feito pela empresa Soft Paris.
Mais da metade das mulheres acredita que os homens falam mais do que fazem quando o que está em questão é dar prazer. Para o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Júnior, o problema se deve à cultura machista confrontada com novos padrões de exigência femininos.

— O desconhecimento dos homens em relação à sexualidade feminina vem da criação deles. Até duas gerações atrás, as mulheres eram completamente submissas. Hoje, ambos estão nas mesmas condições, e elas passaram a exigir o prazer no sexo. Acontece que muitos homens não têm habilidade para lidar com essa mulher moderna — analisa.
Segundo o médico, o medo de perder a ereção faz com que os homens apressem a relação e não se interessem em explorar o corpo da parceira para descobrir, por exemplo, que os seios são zonas extremamente sensíveis. Ter paciência para aprender é fundamental para que a experiência sexual seja mais prazerosa para ambos, defende o especialista.

— A mulher precisa sentir que o homem está ao lado dela tentando curtir e agradar, e não desempenhando um papel — diz Mendes Júnior.

Saiba mais

Elimine a tensão: para aprender mais sobre o prazer feminino, o homem deve tirar o foco da ereção. Que tal fazer uma massagem na companheira?
Treine a intimidade: dar a mão para a parceira e pedir para ela mostrar como gosta de ser tocada é um bom começo para aumentar a afinidade entre o casal.

Não tenha pressa: perguntar se a mulher já teve um orgasmo é algo que nunca deve ser feito. “O principal é curtir o momento”, ensina Amaury Mendes Junior.
Dispense medicamentos: explorar o corpo da parceira é mais válido do que remédios para conseguir uma ereção.
Estude anatomia: livros são grandes aliados que ajudam a entender melhor a anatomia feminina. Conhecimento é tudo.


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

PAI GAY


(*) Kátia Horpaczky

Podemos começar com a compreensão de que o homem é um ser construído histórico e, socialmente, é importante salientar que a atual crise masculina é resultado de várias transformações históricas.  Ao observarmos a sexualidade humana, principalmente a masculina, percebemos que a masculinidade é concebida a partir da capacidade produtiva, pela qual o homem responde como provedor material e financeiro.

Entre várias formas de demonstração de poder, destacamos a conquista do status social conquistado pela profissão que o homem desempenha e pela condição financeira que alcança. Outro fator é a constituição de uma família que, apesar de não ser mais tão caracterizada pelo tradicional “pai e mãe unidos pelos laços do matrimônio até que a morte os separe”, ainda se forma pela presença de um pai provedor financeiramente.

O homem sofre forte cobrança. Existe a expectativa de que ele jamais fuja às normas e regras ditadas pela sociedade. Essa pressão leva muitos homens a camuflarem sua verdadeira orientação sexual. Eles sufocam e reprimem até que fique esquecido seu verdadeiro desejo.

Um aspecto muito importante para o fortalecimento da identidade masculina está a posição heterossexual, onde segundo Badinter o padrão de “normalidade” estabelece que "a identidade masculina está associada ao fato de possuir, tomar, penetrar, dominar e se afirmar, se necessário pela força" (Badinter, 1993). A homossexualidade, entendida enquanto dominação do homem pelo próprio homem, se constitui em um modelo fora do padrão.

Um novo modelo


Nesse cenário de conflito masculino e conquistas femininas, muitas instituições estão sendo transformadas, principalmente a família. Ao desviar do modelo tradicional ela assume um modelo chamado moderno em que "a família hierárquica com papéis bem definidos quanto a gênero e geração" é substituída.

O novo modelo oferece "uma família igualitária, onde os papéis e atribuições de gênero e geração estariam com seus contornos cada vez mais diluídos" (Vaitsman, 1994). É nesse mesmo momento que se percebe o aumento do número de pais separados e mães solteiras e a presença de casais homossexuais que, ao desenvolverem suas atividades profissionais, assumem a responsabilidade de criar filhos fora do padrão tradicional.

A família gay é um modelo que atualmente ganha maior visibilidade. O espaço aberto pelas novas formas de constituição familiar, as várias opções de produção independente, bem como a alternativa de adoção por parte de pessoas solteiras possibilita que homens e mulheres homossexuais assumam a maternidade e a paternidade conforme seus ideais.

Essa “nova família” acentuou a polêmica sobre os princípios morais que serão usados para educar uma criança dentro dessa relação. Como ela irá compreender sua família constituída por dois homens ou duas mulheres, quando a tradicional é representada por um homem e uma mulher? As respostas estão surgindo a partir de experiências bem sucedidas. Casais gays educam suas crianças e proporcionam a elas um ambiente tão saudável, ou melhor, do que os oferecidos por vários casais heterossexuais.

Homossexuais e os filhos


Quanto aos aspectos teóricos que fundamentam esta problemática, observam-se discussões, como por exemplo, a do psicanalista Acyr Maia, autor do livro Psicologia e Homossexualidade. Nele, o autor afirma que nada impede que casais homossexuais eduquem com sucesso uma criança, pois "de acordo com a psicanálise, a função materna e paterna são exercidas pela linguagem. (...) Mas qualquer pessoa, independente do sexo biológico pode suprir essa carência" (Maia apud Mazzaro, 1998).

Entretanto, o maior problema a ser enfrentado por essas crianças constitui-se na agressão social. Essas crianças farão parte de um modelo familiar que foge ao padrão de 'normalidade' e poderão servir de alvo para piadas e brincadeiras desagradáveis por parte daqueles que se consideram “normais”.

As uniões heterossexuais que evoluem para a paternidade são exemplos clássicos. Elas cumprem duas regras da masculinidade. O homem atinge um patamar em que seu potencial viril não poderá ser questionado. Caso seja questionado, ele apresenta provas concretas de sua eficiência masculina: a mulher e o filho, fruto dessa relação.

Ao assumir uma maneira de ser e de viver diferente da que realmente deseja, esse homem passa a viver esse desejo na clandestinidade. Ele irá satisfazer suas fantasias e desejos sexuais carregados por um complexo de culpa e traição, envoltos em um mundo de mistério que jamais deve ser revelado a sociedade machista. Essa revelação acarretaria na segregação e os filhos teriam de enfrentar a realidade de que "papai é gay".

Viver fora deste padrão exigido pela sociedade é uma decisão muito difícil. É uma opção que vai exigir muita determinação e coragem já que toda “quebra” traz como conseqüência punições que vêm sob a forma de preconceito, segregação e da marginalidade de todas as pessoas que assim ousam viver suas vidas.

Assumir a homossexualidade nesse universo machista e conservador é percorrer um caminho de muitas pedras e barreiras. Obstáculos que só serão superados a partir de muitas lutas, posicionamentos e reivindicações pela busca de uma cidadania plena em que a orientação sexual não seja motivo de segregação dentro do processo da dinâmica familiar e social.

Conheça a opinião de um pai homossexual e sua filha biológica. Nesse caso, não houve conflitos. Os nomes foram omitidos para preservar a identidade dos envolvidos.

Pai:

1)    Quando você casou já estava clara sua orientação sexual? Por que casou? Comente um pouco sobre isso.

Não tinha a menor idéia. Sempre fui absolutamente heterossexual, sem nenhum
interesse por homens. Acho que aconteceu em um momento de solidão. Hoje continuo a me relacionar com mulheres ou com homens sem nenhum problema. Não acredito muito em "rótulos”;  acho que amor e sexo acontecem baseados  na
química, cheiro e toque, a que chamamos de tesão. Sei lá, tentei entender,
quando aconteceu, mas desisti ao verificar que sou feliz como eu sou....

2)    Houve um fator decisivo que fez com que você revelasse ao (s) seu (s)
filho(s) sua homossexualidade?

A decisão de morar com um homem e não querer que meus filhos soubessem disso como uma "fofoca" de pessoas alheias ao meio familiar fez com que eu contasse a eles.


3) Em algum momento teve receio de que eles poderiam não entendê-lo?

Interessante é que esta idéia nunca me cruzou a cabeça; sempre tivemos uma
relação aberta, pelo menos é o que penso, e achei que eles me aceitavam pelo
o que eu era para eles e não pela minha eventual opção sexual....

4) Como é sua relação hoje com seu (s) filho (s)? O que mudou? E com sua
ex-esposa?

Do meu ponto de vista,  a relação é franca, carinhosa, amigável e, acima de tudo, aberta, sem segredos. Minha ex-esposa, aparentemente, não ficou perturbada. Foi interessante o comentário dela sobre isso. Ela disse:
"prefiro que seja com um homem do que com outra mulher"....

5) O que você gostaria de dizer para pais homossexuais que ainda não se
"assumiram" e ainda não contaram para os filhos?

Claro que existem graus de situações baseados nas idades dos filhos e na
relação com as mães. Eu tive a sorte de ter filhos já crescidos e uma relação saudável com a mãe deles, mas criem coragem. Se os filhos respeitam e amam os pais, seguramente, saberão entender o que acontece. Ninguém consegue ser feliz numa vida dupla e "camuflada".

7) O que você diria para filhos de pais gays?

Amem e respeitem seu pais da mesma maneira que são amados e respeitados por
eles. A vida é feita de equilíbrio e reciprocidade.

Filha:

1)    Quando e como o seu pai contou que era gay?
Eu e meus irmãos já havíamos desconfiado, porém nunca comentamos nada.  Meu pai morava em Bali e resolveu voltar para o Brasil. Ele e o namorado resolveram morar juntos e para formalizar a união fizeram um almoço para a família (pais, filhos, ex-mulher), isso foi em 2001.

2) Sua relação com ele mudou, se mudou, em que mudou?
Mudou e muito!!! Para melhor com certeza. Ficamos mais amigos e com mais liberdade de conversar sobre qualquer assunto, inclusive sobre o relacionamento dele.

3) Você conta para as pessoas, amigos, relacionamentos sobre o seu pai? Como conta?
A maioria dos meus amigos, que são realmente do meu convívio diário, sabem sobre o meu pai. Não costumo comentar à toa com as pessoas, mas se surge um assunto referente a gays acabo comentando Para mim isso é totalmente normal!!!
4) O que você sente com relação a esse assunto?
Para mim é absolutamente normal. Meus pais são separados há 30 anos. Eu tinha três meses quando se separaram. Cresci sem a presença dele. Se eles tivessem se separado por causa disso, talvez eu pudesse ter algum receio, mas como tudo isso aconteceu muito tempo depois, realmente não me afetou em nada.

5) O
que você diria para os “pais gays”?
Que cada um escolhe a sua maneira de ser feliz...compartilhe da sua felicidade com as pessoas que você ama..

6) O que você diria para filhos de pais gays?
Não importa a opção sexual de seu pai; ele vai sempre continuar sendo seu pai e te amando e querendo sempre o melhor para você. A opção sexual não interfere em nada!!!

(*) Kátia Horpaczky
Psicóloga clinica, Sexualidade e Terapia de Casal
Kátia@rodadavida.com.br


Klebber e Zé em ação na pele dos amantes Leonardo e Cláudio (Foto: Império/TV Globo)

quarta-feira, 23 de julho de 2014

INVEJA

                                     Você tem inveja?

(*) Katia Horpaczky

Nessa semana um tema muito recorrente nas sessões com os meus pacientes, foi a inveja, Dentre os sete pecados capitais, a inveja talvez seja o mais comum...e o mais perigoso para os relacionamentos. 73% dos brasileiros já admitiram ter sentido inveja, segundo o Ibope. "A inveja nasce como um desejo de ter o que as pessoas ao seu lado têm, é um sentimento natural. Ele se transforma em inveja quando, em vez de querer algo, você quer evitar que o outro consiga qualquer coisa", explicou o rabino Nilton Bonder, autor de "A cabala da inveja".

A inveja é constantemente usada por nós, pois faz parte de um dos mecanismos de defesa, devido às conotações negativas, isso faz com que a gente esconda, mascare. A gente  confessa medo, ciúme, raiva, mas inveja nunca! A inveja é o único sentimento que se alimenta de sua própria ocultação. Admitir que estamos sentindo inveja, é admitir uma competição, ou uma desistência resignada.

Muitas vezes a inveja vem da raiva e da frustração, a inveja só aparece em grupos de pessoas que estão próximas, seja na família ou no trabalho. Sentimos inveja de pessoas que estão ao nosso lado e que nos lembram de uma forma ou de outra que não estamos conseguindo atingir as nossas metas de vida.
Podemos falar de três tipos de inveja. O primeiro deles é a inveja autodestrutiva. "É quando nos sentimos inferiores diante da aparência ou conquista de outras pessoas",
A inveja patológica, aquela que nos faz querer destruir aquele que invejamos. É o segundo tipo, e o mais perigoso.
O terceiro tipo de inveja, a criativa, A inveja criativa é aquela que você sente e usa para conquistar o que deseja.
Transformar esse sentimento em inveja criativa é mais fácil do que se imagina. Tente transformar essa emoção que nos parece tão “negativa” em  “positiva”, quando ao invejarmos  uma qualidade em alguém, uma posse, um bem. Usarmos essa “energia” para conseguirmos, lutarmos, buscarmos esse “objeto”, usarmos essa “energia” para crescimento próprio, pois é muito saudável termos alguém como modelo, ou algum objeto ou cargo como meta, em vez de “destruí-lo” no outro, como por fofoca, que é uma clara demonstração de inveja, insinuações maldosas, comentários, falsos testemunhos e cinismo, por exemplo. A inveja é uma emoção totalmente controlável e possível de ser trabalhada, pois quando entramos em contato com essa emoção temos como lidar da melhor forma possível.

(*) Katia Horpaczky
Psicóloga clinica, sexualidade e casal
Tel: 11-5573-6979

quarta-feira, 25 de junho de 2014

MEMÓRIA FEMININA

Memória feminina é 15% melhor do que a masculina!

Um estudo realizado pela Universidade de Londres com 10 mil pessoas na faixa dos 50 anos constatou que a memória feminina é 15% melhor do que a masculina.

Para os estudiosos, características genéticas e hábitos de vida são as principais causas da vantagem.

As mulheres costumam reclamar que seus parceiros esquecem tudo, principalmente datas comemorativas, como aniversários de namoro e casamento. Alguns homens, em contrapartida, garantem não ser tão esquecidos assim. Será que não?

Mas para nós mulheres essa memória  pode vir a se tornar torturante, principalmente num relacionamento. Temos dificuldades em "esquecer" "passar por cima" numa discussão sempre voltamos aos acontecimentos do passado.

Depoimento de R.C.L 38 anos, casado há mais de 5 anos.",  Vou te falar uma coisa: mulher tem memória de elefante. Sério. É incrível como elas lembram de todas as besteiras que a gente fez após anos do fato ocorrido. Hoje, com mais de 5 anos de casado, a quantidade de desentendimentos caíram drasticamente com a terapia de casal.. Só que basta uma palavra mal colocada e ela já vem falando que você é grosso e fala besteira".

M.T, 42 anos, casado há 7 anos. "Aí, meu amigo, você senta e escuta. Ela vai lembrar de todas as 454.698 vezes que você fez uma besteira (e ela ficou sabendo, é claro). Tem coisas que você nunca lembraria sozinho".

P.H.A. 34 anos, casado há 3 anos. "Homens, tomem muito cuidado ao fazer qualquer coisa que sua mulher possa utilizar contra você no futuro, elas não se esquecem de NADA!"

Você se reconheceu nesses depoimentos? Reconheceu seu relacionamento?

"Mulheres, vocês devem entender que na mesma velocidade em que nós fazemos besteira, nós as esquecemos. Está provado cientificamente que vocês nos superam no quesito lembrança e vingança". L.F.N. 48 anos, casado há 10 anos.

Quanto mais damos vazão a nossa memória, mas ficamos pressas ao passado e sofremos muito com isso. Solução? Numa discussão tentar ao máximo se manter no assunto atual, sem fazer referência ou comparações com acontecimentos passados .Focar no presente, construir um futuro diferente.
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segunda-feira, 16 de junho de 2014

PROCRASTINAÇÃO

Procrastinar é o seu problema? "Procrastinar" vem do latim. É a união de "pro" (encaminhar) e "castinus" (amanhã).
Procrastinação pode esconder problemas mais sérios.

A mania de deixar tudo para depois vai muito além da preguiça e pode esconder o medo do fracasso.

O procrastinador por criação de problema adia as tarefas para mais tarde porque acha que terá mais tempo. O procrastinador comportamental até faz listas e planos, mas não segue nada do que foi planejado. E o procrastinador retardatário faz várias coisas antes de cumprir uma tarefa determinada anteriormente.

Geralmente, o procrastinador tem medo do resultado e de uma avaliação pública. Daí o bloqueio e a decisão de não fazer nada. Para isso, ele encontra várias desculpas –muitas vezes externas, como tempo ruim, pouco dinheiro, falta de sorte – ou apela para a emoção para adiar os compromissos.

Nesse nó de desculpas e enrolação, a preguiça – ao contrário do que muita gente acredita – não é a resposta do problema.

Não há nada de errado em procrastinar de vez em quando, o problema é quando isso começa a ficar crônico e passamos a adiar frequentemente coisas que não poderiam ser adiadas.

A pergunta diante deste jogo de empurra-empurra é: há uma luz no fim do túnel? Sim. É preciso mudar as ações, as habilidades e a fala. Ou seja, o jeito de fazer das coisas. Infelizmente, na vida nem sempre teremos apenas coisas interessantes para fazer. É preciso aceitar isso.

 Adotar uma estratégia de produtividade dá bons resultados. Outra dica valiosa é planejar os compromissos, crie alternativas factíveis e avance aos poucos. A recompensa neste caso não é material. É o sentimento de dever concluído que dá impulso à mudança e se torna mais satisfatório do que o mal-estar de um comportamento procrastinador.